Sobre

Entre Rumos é uma iniciativa para compartilhar imagens, impressões e sentimentos que todo viajante constrói ao explorar um novo lugar.

A página nasceu de um planejamento de férias: um roteiro de carro pelo Brasil. Nisso assisti um clipe que estava sendo compartilhado nas redes sociais, onde três amigos viajavam e registravam essa aventura para finalizar em forma de vídeo, foi então que veio a ideia de compartilhar sobre lugares e situações que inspiram e provocam certas emoções. A viagem passaria por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina e teria atualizações e relatos sobre o que cada lugar fazia sentir. O conceito cresceu para algo mais interativo, onde amigos participavam compartilhando suas próprias experiências na página, e depois veio o Instagram para inspirar através de imagens de viagens antigas, atuais e quiçá futuras.

De uma viagem de férias, para qualquer viagem de qualquer pessoa… todo lugar visitado é uma experiência digna de ser compartilhada. Envie um e-mail para entrerumos@gmail.com ou nos contate pela página do Facebook se quiser contribuir com seu relato. Aqui a premissa é mostrar de que forma aquela viagem mudou quem você é, quais as sensações e quais impressões que teve ao se aventurar. 

Espero que tenham um boa experiência aqui,  que compartilhem com amigos e que se, de algum modo, o Entre Rumos tiver influenciado alguma das suas viagens saberemos que a missão foi cumprida.

Bons ventos e boas energias a todos.

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André Humeres

 

 

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.
Amyr Klink

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